Ao término do encontro da equipe ficou a dúvida, "Qual garra será melhor para o circuito?". A única forma de sanar essa dúvida seria indo até o local, mas felizmente três integrantes(Ariel, Rodrigo e Ricardo) tem ideias de algumas garras para os obstáculos encontrados no circuito, isso é um ponto positivo, afinal são três ideias diferentes, pelo menos uma terá de funcionar, assim se espera, pois no fim a garra tem um dos papeis mais importantes no projeto, mas vamos ser otimistas! ;)
Garra perfeita hein?
domingo, 18 de outubro de 2009
O Nome!
Ao realizar testes observamos que o robô se comportava de maneira "engraçada" ao modo de percebermos que ele realizava certas "pausas" para encontrar a linha novamente como no vídeo a seguir. Essas pausas que aconteceram nos fez lembrar de uma matéria vista no curso de Engenharia de Computação chamada de "Teoria da Computação e Algoritmos", em que se estuda linguagem formais, com isso lembramos de uma máquina criada por Alan Mathison Turing,
que se chamava Máquina de Turing, dessa forma, fazendo homenagem ao criador decidimos pôr o mesmo nome para o nosso robô. Segue o vídeo de "turing" fazendo seu papel.
que se chamava Máquina de Turing, dessa forma, fazendo homenagem ao criador decidimos pôr o mesmo nome para o nosso robô. Segue o vídeo de "turing" fazendo seu papel.
=P
Uma nova visão!
Em um novo encontro realizado pela grande equipe Void, o grupo de programação conseguiu dar um grande passo a frente fazendo com que o robô andasse com precisão sobre a linha de cor preta. Ao conseguir isso, foi observado que a mecânica precisava ser mudada, principalmente o lugar adequado para o sensor de luz. Após poucas horas, algo em torno de 2 horas, o robô ficou completo no quesito de mecânica e programação, sendo assim foram realizado testes.

Robô com as mudanças.

Robô com as mudanças.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Primeiro protótipo sem garras

Depois de várias reuniões e pesquisas sobre atrito e velocidade de movimento, a equipe de mecânica do robô decidiu mudar o estilo de movimento, o qual antes era sobre esteiras, estilo tanque de guerra, apesar da esteira ser melhor no quesito de atrito surgiu o fator velocidade, sendo assim foi pensado em se fazer teste com rodas, com a de maior raio, com isso a velocidade passou a ser maior, porém ficou com pouco atrito, que foi resolvido por um admirador da equipe do Curso de Engenharia elétrica, Matheus Fortaleza, onde sugeriu em se por quatro rodas 2 em cada motor, ou melhor, em cada lado. Como pode-se ver na figura acima, que mostra estilo de esteteira, juntamente com a ideia das rodas.
Depois de muito esforço para formar a base com os dois motores ficou a dúvida onde se colocar o sensor de luz, o qual tem a função de guiar o robô pela linha, escolhemos colocar na parte traseira para realizarmos testes sobre correção de rota, como mostrado na figura acima.

E ao final da reunião o primeiro protótipo sem garras está montado.
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